Fim de contrato entre MTv e Sky pode afetar produção de videoclipes nacionais
Em 1º de Junho, a Sky cortou da sua grade de programa a MTv Brasil. Quem podia assistir ao canal até o dia 31 do Maio, assustou-se ao tentar sintonizar no canal 22, exceto os moradores de São Paulo, para quem o canal ainda podia ser assistido. É que a maior operadora de TV fechada do Brasil não avisou nem a MTv e muito menos aos assinantes da mudança.
Dentre uma semana de explicações mal dadas e muitos telefonemas à Sky pelos seus respectivos assinantes, a notícia que vinculou foi que após o término do contrato da operadora de TV com a Music Television Brasil, o Grupo Abril queria reassinar contrato exigindo, além da MTv, a inclusão de mais dois canais: FIZ e Ideal, o que, segundo a Sky, seria caro demais.
O corte de sinal afetará bastante a audiência da MTv, que vem passando por um processo de reerguer a audiência que vem perdendo desde 2006 com o seu slogan de “Mtv, a mudança pela raíz”. O problema é que poderá afetar ainda a produção de videoclipes nacionais que viam no canal a maior fonte de divulgação. Ainda por volta de 2006, a Mtv Brasil havia declarado que pararia de exibir videoclipes em sua programação devido principalmente a criação de sites como o Youtube, o que gerou muita reviravolta e que não aconteceu. Na época, discutia-se o fim ou desacelaração de viodeclipes nacionais que vem crescendo bastante nos últimos anos e servido como grande divulgação de artistas. Parece que esse fantasma voltou a assombrar.







Americano da cidade de Anderson, o barítono-agudo/tenor é um piano-rocker (roqueiro pianista) cantor e compositor. Antes de lançar-se com o disco de estréia, gravou três álbuns indepentedes: Up Until Now (2003), Jon McLaughlin (2004), Songs I Wrote and Later Recorded (2005). Além desses, em 2006 gravou um EP com o Single e nome de “Industry”. Seu álbum de estréia recebe o nome do estado em que nasceu: Indiana. Composto de 13 faixas, possui melodias bem trabalhas, sobretudo pelo piano, e a voz macia de Jon; varia de músicas bem íntimas como Indiana a músicas mais sociais como o primeiro single Beautiful Disaster que fala sobre a procura desenfreada que as mulheres fazem pela beleza.