Sugestão: [Jogo] Harry Potter e os Sete Cetros da Desarmonia

Enquanto o filme não chega, gostaria de sugerir a vocês que entrassem no meu jogo sobre o bruxo mais famoso de todos os tempos (quer dizer, Merlin vem antes, mas que seja). Harry Potter e os Sete Cetros da Desarmonia (também conhecido como Hogwarts: The Last Wizard) é um jogo totalmente brasileiro de RPG.

HP1HP2

Os gráficos são na mesma qualidade de um Game Boy Advanced, mas mesmo se o gráfico não lhe parece tão bom, você deveria entrar, porque a jogabilidade é ótima. Lá, você começa no centro de londres e deve procurar o beco diagonal. Passando primeiro pelo bar do tom, você depois deve ir à Gringotes sacar seu dinheiro para comprar tudo o que tem na sua lista de material. Após isso, você voltará a londres e pegará o trem para Hogwarts, onde será selecionado pelo Chapéu Seletor para uma casa e então poderá jogar RPG livremente, assistir aulas, formar grupinhos, matar monstros, aprender feitiços, se formar, virar um Auror, Comensal, Ministro, Professor e tudo o mais.

Para você poder jogar, você deverá primeiro baixar o Byond e instalar no seu computador, além de criar uma conta. Feito isso, entre na Hub do jogo e depois em Play Now, então você deverá procurar o botão de Join e esperar o jogo abrir (se for sua primeira vez, você terá de esperar baixar o jogo, que é mais ou menos 4MB). O jogo é multiplayer, portanto algumas regras, como educação, devem ser mantidas para que todos possam se divertir. Temos cerca de 70 feitiços, animagia, lobisomens, vampiros, fantasmas, metamorfomagos, oráculos, sistema de herbologia e poções, quadribol, duelos e muito mais!

Espero você no melhor jogo de Harry Potter já feito por e para brasileiros. Divirta-se!!!

Sugestão: [Série] Charmed

Entrada

Para quem é fã de ficções, extra-terrestres, mutantes ou, em especial, magia vai adorar esta série. Charmed é um programa de tv americano que conta a história de três irmãs (Piper, Phoebe e Prue) que descobrem que são bruxas e passam a ser perseguidas por Warlocks (bruxos que se tornam maus), Demônios, Anjos Negros e, às vezes, até políciais. Elas passam não só pelo problema de terem de se defender de ataques do Mal e salvar inocentes, como também lidar com o segredo da magia para que isso não afete suas vidas pessoais; felizmente elas contam com um anjo da guarda chamado Leo.

A série passou por altos e baixos durante suas 8 temporadas e ficou conhecida como a série de maior longevidade com personagens principais femininas. Mesmo com tantos problemas no set de filmagens, Charmed conseguiu superar a conturbada saída da atriz Shannen Doherty, a estrela de Barrados no Baile. Em seu lugar, entrou Rose McGowan, tirando a série de toda a sua obscuridade e dando-lhe mais diversão, o que afastou muitos dos fãs e trouxe outros vários. É fato que as quatro primeira temporadas foram as mais apreciadas, mas mesmo com a troca de roteirista, Charmed seguiu firme e forte até uma oitava temporada e um excelente capítulo final. Charmed já foi exibido dublado pela Rede Bandeirantes com o título de Jovens Bruxas e atualmente passa aos sábados, 11hs, no canal fechado Sony. Quem quiser dar uma olhada na série, vêm abaixo os links para o primeiro capítulo legendado, “Something Wicca This Way Comes” (Algo Wicca vem vindo aí).

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Fim de contrato entre MTv e Sky pode afetar produção de videoclipes nacionais

Em 1º de Junho, a Sky cortou da sua grade de programa a MTv Brasil. Quem podia assistir ao canal até o dia 31 do Maio, assustou-se ao tentar sintonizar no canal 22, exceto os moradores de São Paulo, para quem o canal ainda podia ser assistido. É que a maior operadora de TV fechada do Brasil não avisou nem a MTv e muito menos aos assinantes da mudança.

Dentre uma semana de explicações mal dadas e muitos telefonemas à Sky pelos seus respectivos assinantes, a notícia que vinculou foi que após o término do contrato da operadora de TV com a Music Television Brasil, o Grupo Abril queria reassinar contrato exigindo, além da MTv, a inclusão de mais dois canais: FIZ e Ideal, o que, segundo a Sky, seria caro demais.

O corte de sinal afetará bastante a audiência da MTv, que vem passando por um processo de reerguer a audiência que vem perdendo desde 2006 com o seu slogan de “Mtv, a mudança pela raíz”. O problema é que poderá afetar ainda a produção de videoclipes nacionais que viam no canal a maior fonte de divulgação. Ainda por volta de 2006, a Mtv Brasil havia declarado que pararia de exibir videoclipes em sua programação devido principalmente a criação de sites como o Youtube, o que gerou muita reviravolta e que não aconteceu. Na época, discutia-se o fim ou desacelaração de viodeclipes nacionais que vem crescendo bastante nos últimos anos e servido como grande divulgação de artistas. Parece que esse fantasma voltou a assombrar.

Sexta-feira 13, dia oficial do azar. Mas quanto azar você tem?

Eu vinha aqui relatar que acredito estar sofrendo um período de uruca, tropeçando aos bocados e quebrando tudo o que toco, precisando de muito incenso de arruda, sal grosso e sessão de descarrego, mas a verdade é que uma série de acontecimentos simples me levaram a outra questão. O principal foi ter assistido o filme “Samantha e Nellie” (Samantha, An American Girl Holiday) pela Warner Channel, foi após isso que passei a refletir que azar é esse que eu penso ter.

Para quem não conhece, o longa relata um Estados Unidos antigo que comemorava a vinda do progresso: a instauração de várias fábricas. No início do filme Samantha, uma menina órfã que mora com sua avó rica em uma cidade do interior, cria uma amizade com uma menina pobre da região que possui três irmãs e um pai. O tio de Samantha se casa e a convida para passar um tempo com ele e a mulher em Nova Iorque. Durante esse período, Samantha escreve frequentemente para a amiga. Respondendo a uma das cartas, Nellie diz que não tem escrito muito porque o seu pai está com gripe e ela precisa trabalhar. Semanas se passam e nenhuma carta chega, até que uma da avó rica revela que o pai da amiguinha de Samantha morreu e que por isso Nellie e as irmãs foram levadas a um orfanato em Nova Iorque. O orfanato é um lugar horrível, frio, sujo e com direito a diretora que desvia verba e tudo. Samantha, a burguesinha politicamente engajada, traz as meninas para casa e as esconde no sótão.

É um drama muito bem construído. Embora tenha o formato de contos de fada, há fatos de alta relevância e crítica social. A tia de Samantha é feminista e há um foco bem grande no problema do trabalho infantil. Nellie se vê obrigada a trabalhar em uma fábrica, manuseando máquinas de costura, sem nenhum direito trabalhista. Já encaminhando-se para o final do filme, Samantha no concurso de oratória faz um discurso simples e bonito, questionando o que seria progresso. Em meio a uma sociedade em que crianças passam frio, não vão à escola e têm de trabalhar dia e noite, as fábricas são o progresso?

Em “Os mutantes: caminhos do coração”, Gór, uma das grandes vilãs, em conversa com a super doce menina da cura Clara, conta o seu passado sem família. “Você teve família, garota. E quem tem lar, tem tudo”

Como se não bastasse, no artigo sobre melodrama do meu amigo Marcelo Mendonça, li sobre o grande problema pós-moderno da desestruturação da família e da parede de vidro muito bem representados no clipe de “Confessions of a broken heart (Daughter to father)” da Lindsay Lohan do álbum A little more personal.

Depois de tudo isso, eu fico só pensando… quanto azar que eu tenho mesmo?

Fim de Caminhos do Coração / Início de Os Mutantes

 

A primeira teporada da novela de Tiago Santigo terminou ontem, segunda, 2 de Junho, no mesmo dia e horário em que a nova novela global das oito A favorita começava. Uma ato bastante ousado exibir às 8:40 o último episódio da novela que mantinha média de 19 pontos no horário das 22:30 às 23:30.

O capítulo final no geral foi muito bom, as coisas não se resolveram como muitos esperavam. Nem pareceu tanto um capítulo final como o brasileiro está acostumado. Não houve casamento nem mortes acidentais que resolviriam a trama por incompetência do autor. Falando em incompetência, ou falando menos já que é uma palavra muito forte, Tiago Santiago que é um bom autor precisa jogar mais sal e pimenta em sua trama. Estava indo tudo bem até a cena na casa de Teófilo em que os filhos Aquiles e Ágata estavam tristes pela morte do Pai e tiveram a patética idéia de dar as mãos aos irmãos Janete e Lucas. Foi uma cena muito boba, completamente desnecessária. Esse tipo de açucar deveria deixar de acontecer. Afinal de contas o que foi aquele discurso somado àquela luzinha em cima? Foi tão forçado. Sem contar que devemos lembrar a Santiago que a novela dele se trata de mutantes e não de magia. Fugiu ao que se costuma chamar de verossimilhança interna, que é a lógica, a coerência baseada no universo de uma trama. Que explicação científica ele daria àquela luz? Os poderes de que mutante fizeram aquilo? Não há explicação. Ficou solto.

Mas devo dizer que algumas cenas foram muito boas como a da Dra. Júlia rejuvenescendo (embora eu não tenha entendido porque o mergulho na piscina, já que bastava ela tomar o soro) e a cena do tribunal que até a atuação mais ou menos da Preta Gil convenceu.

Para essa nova temporada eu espero que tenham sido feitos laboratório com os atores. Já vi que a atriz que vai fazer a policial não teve um muito bom, se é que teve. A forma como ela sustenta a arma é tão molenga, fora de posição. O caminhar dela vai bem, mas segurar a arma na angulação precisa é essencial para se fazer um bom militar/policial/agente.

Os Mutantes: Caminhos do Coração vai ao sempre às 8:40 pela Rede Record de Televisão. O autor acredita que a nova temporada será capaz de alcançar a audiência das novelas globais do mesmo horário. Lembremos que a diferença é de quase ou mais de 30 pontos.

Nos próximos capítulos a brega Liga do Bem terá de tentar evitar que uma bomba implantada por Draco e Telê possa explodir no centro de São Paulo (como defendor da intertextualidade, não gosto de falar em imitação, mas não há como não pensar em Heroes). Entre os mutantes novos, haverão de aparecer: Gaspar, Tarso, Samira, Homem Escorpião, Menino Luz, Eros e Nati.

Nelly Furtado e Di Ferrero em dueto

A cantora pop luso-canadense cujos dois primeiros álbuns seguiam uma linhagem mais alternativa com singles como “I’m like a bird”, “Turn off the lights”, “Powerless” e ”Try” lançou em 2006 o seu terceiro álbum Loose com toque de Hip Hop e R’n'b e produzido pelo megaprodutor do momento Timbaland.

 

Depois de bombar nas rádios brasileiras com “Promiscuous” e “Say it right”, “All good things (come to an end)” é o novo single de Nelly Furtado. Para lançar essa música ao redor do mundo Nelly decidiu fazer alguns versões como uma em espanhol “Por que lo bueno siempre tiene un final” e um dueto com o grupo italiano Zero Assoluto. Em dúvida sobre qual brasileiro cantaria, a moça pediu para Rick Bonadio, um dos maiores produtores musicais do Brasil, envia-la sugestões dentre as quais Nelly afirma ter gostado do timbre de Di Ferrero, vocalista da banda Nx Zero, produzida por Rick.

 

A música foi gravada ainda no ano passado. Segundo Di Ferrero, o fato de Nelly Furtado ter engravidado atrapalhou o encontro dos dois e a gravação com a parte dele no clipe que teve de ser executada em um apartamento em São Paulo. Ainda essa semana a Universal Music lançou o videoclipe e a música como single oficial da cantora aqui no Brasil.

Lembrando que Nelly Furtado fala fluentemente português e considera Caetano Veloso - com quem fez um dueto (”Island of Wonder”) em seu segundo álbum Folklore - um dos melhores cantores do mundo e o seu preferido. Bem como, que a versão em inglês deveria contar com os vocais de Chris Martin do Coldplay, o que não se realizou por problemas burocráticos.

 

Assista o clipe oficial de “All good things (come to an end)”

 

Jon McLaughlin

 

Americano da cidade de Anderson, o barítono-agudo/tenor é um piano-rocker (roqueiro pianista) cantor e compositor. Antes de lançar-se com o disco de estréia, gravou três álbuns indepentedes: Up Until Now (2003), Jon McLaughlin (2004), Songs I Wrote and Later Recorded (2005). Além desses, em 2006 gravou um EP com o Single e nome de “Industry”. Seu álbum de estréia recebe o nome do estado em que nasceu: Indiana. Composto de 13 faixas, possui melodias bem trabalhas, sobretudo pelo piano, e a voz macia de Jon; varia de músicas bem íntimas como Indiana a músicas mais sociais como o primeiro single Beautiful Disaster que fala sobre a procura desenfreada que as mulheres fazem pela beleza.

Embora o álbum tenha sido lançado há algum tempo, Jon tem conquistado real sucesso ultimamente. Algumas de suas músicas apareceram em TV: “Human” em Scrubs; “Beautiful Disaster” em A little thing called love.

 

(Jon McLaughling - So Close - Cena de Encantada)

 Em Outubro de 2007, Jon abriu os shows da turnê My December Tour do terceiro álbum de Kelly Clarkson. Ficou também muito conhecido por ter feito uma apresentação ao vivo na exibição da premição do Oscar, em que sua música “So close” vinda do filme da Disney “Encantada” tinha sido nomeada. Indiana alcançou #1 no Top Álbuns de Pop no iTunes. Ganhou também a votação do “Yahoo! Who’s Next”, do site do Yahoo! que promove artistas novos/independentes. Muito de seu sucesso é atribuído à Internet, em especial ao MySpace, site divulgador de suas músicas.

 Fontes: Wikipédia, Orkut, Last.fm

 —– Sites  —–

Site Oficial: http://www.jonmcl.com
MySpace: http://www.myspace.com/jonmclaughlin

 —– Download  —–

Como o Box.net está com alguns problemas, linkei o tópico fixo de downloads da comunidade dele no Orkut

 —– Vídeos —–

No Vodpod ao lado: clipes de Beautiful Disaster, For you from me e ao vivo de “So Close” no Oscar.

Sugestão de Post

Tem um post muito legal sobre erros gramáticas e coisas bem estranhas escritas em Diario da Fonte (SIC).

Muito bom, super recomendado.

Pushing Daisies estréia na Warner Channel

 

É, o tão aguardado (ao menos por mim) seriado novo da Warner Channel Latina Brasil finalmente estréia. Após várias chamadas que prometiam uma série cheia de mistérios e que poderia talvez revelar o que se encontra no meio da vida e da morte, vemos o primeiro capítulo nesse 10 de Abril que por meses esperei.

A estréia foi maravilhosa; há tempos não vejo um seriado tão interessante de um modo tão simples. Pushing Daisies é o chamado atualmente de Dramédia, uma mistura de drama com comédia, ou melhor, um drama realizado por um perspectiva de humor geralmente negro; talvez seja isso o ponto forte da série. Até então, o humor não está nas frases feitas, nas piadas milimetricamente construídas, mas sim no desconcerto que a morte/vida causa e principalmente o amor. As personagens não se tocam, não sentem o calor dos corpos, elas não podem. Assistir alguém apertando a própria mão, pensando como seria bom apertar a mão do próximo, que está realmente próximo e com a mesma vontade, é um tanto quanto inimaginável e (novamente) desconcertante.

Como já dito, a série estreiante goza de muita simplicidade. Caso (acho difíficl) alguém não tenha percebido, a novidade da WB, baseia-se muito nos contos de fada: há um narrador, um (pseudo-)príncipe, uma (pseudo-)princesa e os ajudantes. É uma história aparentemente ingênua, que qualquer criança pudesse escrever ou entender. A grandiosidade é a sutileza que o programa televisivo conquistou abordando criativamente as relações humanas, o um minuto para resumir a vida ou dar sentido/justiça à morte; a segunda chance e a mania dos homens de brincar de Deus.

É claro que tudo lembra tudo, mas havemos de perceber a criatividade. Lembrou-me muito o maravilhoso livro/filme “Desventuras em série”, uma versão ao contrário ou mais poderosa que a Vampira do X-men, lembrou-me contos de fada, lembrou-me Six Feet Under e muito o Johnny Deep e o Tim Burton (mas é outro diretor, não é? É o diretor de Família Adams)…

Ótima interligação entre a literatura e a TV. Fantásticas fotografia e cenografia. Impecável direção (em especial na focalização das personagens). Roteiro maravilhoso. Espero que continue assim e não decepcione como a maioria das séries novas que tenho assistido.

Vídeo em Destaque [08 - 04]

A estonteante e deliciosa em todas as maneiras possíveis Luiza Possi, cantando e surpreendendo com “Desculpe, Babe”, músicas d’Os mutantes. O refrão tá demais. Eternas saudades de uma Luiza mais Rocker. Ah… e que delícia de Luiza, que delícia…