Jon McLaughlin

 

Americano da cidade de Anderson, o barítono-agudo/tenor é um piano-rocker (roqueiro pianista) cantor e compositor. Antes de lançar-se com o disco de estréia, gravou três álbuns indepentedes: Up Until Now (2003), Jon McLaughlin (2004), Songs I Wrote and Later Recorded (2005). Além desses, em 2006 gravou um EP com o Single e nome de “Industry”. Seu álbum de estréia recebe o nome do estado em que nasceu: Indiana. Composto de 13 faixas, possui melodias bem trabalhas, sobretudo pelo piano, e a voz macia de Jon; varia de músicas bem íntimas como Indiana a músicas mais sociais como o primeiro single Beautiful Disaster que fala sobre a procura desenfreada que as mulheres fazem pela beleza.

Embora o álbum tenha sido lançado há algum tempo, Jon tem conquistado real sucesso ultimamente. Algumas de suas músicas apareceram em TV: “Human” em Scrubs; “Beautiful Disaster” em A little thing called love.

 

(Jon McLaughling - So Close - Cena de Encantada)

 Em Outubro de 2007, Jon abriu os shows da turnê My December Tour do terceiro álbum de Kelly Clarkson. Ficou também muito conhecido por ter feito uma apresentação ao vivo na exibição da premição do Oscar, em que sua música “So close” vinda do filme da Disney “Encantada” tinha sido nomeada. Indiana alcançou #1 no Top Álbuns de Pop no iTunes. Ganhou também a votação do “Yahoo! Who’s Next”, do site do Yahoo! que promove artistas novos/independentes. Muito de seu sucesso é atribuído à Internet, em especial ao MySpace, site divulgador de suas músicas.

 Fontes: Wikipédia, Orkut, Last.fm

 —– Sites  —–

Site Oficial: http://www.jonmcl.com
MySpace: http://www.myspace.com/jonmclaughlin

 —– Download  —–

Como o Box.net está com alguns problemas, linkei o tópico fixo de downloads da comunidade dele no Orkut

 —– Vídeos —–

No Vodpod ao lado: clipes de Beautiful Disaster, For you from me e ao vivo de “So Close” no Oscar.

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Sugestão de Post

Tem um post muito legal sobre erros gramáticas e coisas bem estranhas escritas em Diario da Fonte (SIC).

Muito bom, super recomendado.

Pushing Daisies estréia na Warner Channel

 

É, o tão aguardado (ao menos por mim) seriado novo da Warner Channel Latina Brasil finalmente estréia. Após várias chamadas que prometiam uma série cheia de mistérios e que poderia talvez revelar o que se encontra no meio da vida e da morte, vemos o primeiro capítulo nesse 10 de Abril que por meses esperei.

A estréia foi maravilhosa; há tempos não vejo um seriado tão interessante de um modo tão simples. Pushing Daisies é o chamado atualmente de Dramédia, uma mistura de drama com comédia, ou melhor, um drama realizado por um perspectiva de humor geralmente negro; talvez seja isso o ponto forte da série. Até então, o humor não está nas frases feitas, nas piadas milimetricamente construídas, mas sim no desconcerto que a morte/vida causa e principalmente o amor. As personagens não se tocam, não sentem o calor dos corpos, elas não podem. Assistir alguém apertando a própria mão, pensando como seria bom apertar a mão do próximo, que está realmente próximo e com a mesma vontade, é um tanto quanto inimaginável e (novamente) desconcertante.

Como já dito, a série estreiante goza de muita simplicidade. Caso (acho difíficl) alguém não tenha percebido, a novidade da WB, baseia-se muito nos contos de fada: há um narrador, um (pseudo-)príncipe, uma (pseudo-)princesa e os ajudantes. É uma história aparentemente ingênua, que qualquer criança pudesse escrever ou entender. A grandiosidade é a sutileza que o programa televisivo conquistou abordando criativamente as relações humanas, o um minuto para resumir a vida ou dar sentido/justiça à morte; a segunda chance e a mania dos homens de brincar de Deus.

É claro que tudo lembra tudo, mas havemos de perceber a criatividade. Lembrou-me muito o maravilhoso livro/filme “Desventuras em série”, uma versão ao contrário ou mais poderosa que a Vampira do X-men, lembrou-me contos de fada, lembrou-me Six Feet Under e muito o Johnny Deep e o Tim Burton (mas é outro diretor, não é? É o diretor de Família Adams)…

Ótima interligação entre a literatura e a TV. Fantásticas fotografia e cenografia. Impecável direção (em especial na focalização das personagens). Roteiro maravilhoso. Espero que continue assim e não decepcione como a maioria das séries novas que tenho assistido.

Vídeo em Destaque [08 – 04]

A estonteante e deliciosa em todas as maneiras possíveis Luiza Possi, cantando e surpreendendo com “Desculpe, Babe”, músicas d’Os mutantes. O refrão tá demais. Eternas saudades de uma Luiza mais Rocker. Ah… e que delícia de Luiza, que delícia…

Notícias mais bizarras da semana passada

Desculpem a demora, isso era pra ter sido publicado no sábado.

 

Mulher morre por causa de instalação de antena.

O marido estava tentando instalar um antena de Tv no apartamento em que moravam, não estava conseguindo. Achou mais fácil fazer um buraco na parede com uma arma. A bala fez o buraco que queria, mas também atravessou o cômodo e acertou sua mulher, que foi levada as pressas para o pronto-socorro mas não sobreviveu.

 

Homem grávido?

Pois é, um transsexual (isto é, nascido mulher e transexuado por cirurgia) decidiu engravidar, pois sua esposa não pode ter filhos. Nesse casamento, é o marido que vai ser paparicado e ter desejos aos montes, o que toda mulher gostaria.

 

Amy Winehouse brasileira?

Tem uma tal de Celina que se intitula a Amy Winehouse brasileira e, convenhamos, ela realmente tem a mesma cara de drogada maluca que a original, falta saber se a voz também é a mesma. Ela tem até comunidade e uns vídeos no youtube. Clique aqui para ver o perfil dela no orkut:

 

4 minutos para salvar a carreira

Gente, eu adoro a Madonna, diva eterna, mas poxa, esse novo clipe que tá todo mundo adorando, sei não, podia ter sido bem melhor! Surpreendente? Disseram que ela ia se superar e inovar. Até agora só vi que ela se superou e achou a tintura correta pro cabelo. A música depois de um tempo me pareceu realmente boa e sei que irei viciar nela, mas se prestarmos um pouco mais de atenção é tudo tão forçado: a batida da música, a produção do Timbaland, a correria…

(O vídeo deve expirar em breve, tentarei repor)

O clipe é muito pior do que a música. Primeiramente, foi superdesnecessária a aparição do Timbaland. E aquele casal? Hã? E aquele raio-x?! Só devo admitir que o clipe conseguiu acompanhar a correria que o áudio sugere. Mas em um dueto com o Justin era de se esperar uma coreografia fodástica ao extremo e não teve. Só teve a Madonna se jogando como numa sessão de ioga musical (o que é legal, mas não substitui uns bons passos rápidos e criativos). A parte final em que Justin e a rainha do pop reúnem-se para fazer a coreografia nos faz finalmente acomodar alegremente na cadeira à espera daquela dança perfeita, daí vem a edição e ferra tudo. Não dá para ver nada, exceto o cronômetro. Mas cronômetro por cronômetro, já tem 24 horas.

Mas tá todo mundo adorando e eu sei que adorarei também. O álbum promete. E até agora ela já conseguiu salvar a carreira com apenas 4 minutos. É esperar uma apresentação dela em alguma premiação da MTv. Resumo:

Madonna parecendo a Sarah Jessica Parker
Timbaland fingindo que faz parte da música
Madonna tentando dançar black
Música muito comercial
(Como eu li) parece clipe da Gwen Stefani
A edição tá uma merda
Agora o looking do Justin tá foda!

Unbreakable – Álbum em Destaque

Como eu vou mudar o Álbum em Destaque, fica aqui para quem ainda não viu.  

  

 Unbreakable

backstreet_boys-unbreakable-deluxe_edition-2007-front.jpg1. Intro
2. Everything But Mine
3. Inconsolable
4. Something That I Already Know
5. Helpless When She Smiles
6. Any Other Way
7. One In A Million
8. Panic
9. You Can Let Go
10. Trouble Is
11. Treat Me Right
12. Love Will Keep You Up All Night
13. Unmistakable
14. Unsuspecting Sunday Afternoon
15. Downpour (Bonus Track)
16. In Pieces (Bonus Track)
17. Nowhere To Go (Bonus Track)

Gravadora: Jive

Lançamento: 30/10/2007 

O novo álbum dos BSB mostra que a turminha ainda arrebenta! A saída de Kevin Richardson, o Mr. Body Beautiful (Sr. Gostosão), não parece ter afetado nenhum pouco a harmonia do grupo quanto às gravações. No entanto, ao vivo, a diferença é reparável, só reparável. A voz dos quatro restantes sustenta e agrada bastante. O primeiro single foi lançado ainda antes do próprio CD. “Inconsolable”, 27 de Agosto, é uma música romântica, com ritmo e com vocais fortes e extravagantes que mostram todo o desespero de um homem inconsolável com a partida da mulher. O ritmo do álbum recente é um pouco diferente, como toda a evolução exige, mas o Pop ainda permanece. Estar em suas raízes é o que deixa o trabalho dos Backstreet boys transparente. Entretanto há as fugas ao Rock e ao R’n’b. O segundo single é a balada “Helpless when she smiles”, 12 de Dezembro, cujo o clipe não tem agradado pela sua falta de cores e monotonia, porém a fotografia é linda e a direção muito bem executada. E uma das grandes raivas e dúvidas dos fãs é por que diabos eles continuam lançando baladas quando o CD está recheado de gostosas músicas dançantes como “Everything but mine”, “One in a million”, “Panic”, entre outras. Há de se comentar ainda que as eletronicidades lembram muito o álbum solo de Nick Carter, o Now or Never, principalmente da faixa “Blow your mind”.

Ambos os clipes foram adicionados aí ao lado, ao meu Vodpod, sintam-se à votade de desfrutá-lo.  E aqui vai o Link do CD (90 MB) (quem desejar pode baixá-lo faixa por faixa clicando-as acima): http://www.4shared.com/file/27534236/8fbde52a/backstreet_boys_-_unbreakable__deluxe_edition_2007_.html?s=1

  • Sobre Mim:

    Diogo Rafael Lemos é um estudante de Letras Português Inglês pela Universidade Federal de Sergipe e amante do mundo pop. Entre suas grandes fixações estão Ídolos, American Idol, Séries e Dido. Tem 20 anos, é meio carioca e meio baiano, e mora atualmente em Aracaju.
  • Caso artistas, gravadoras, filmadoras, redes de Tv etc. estejam desgostosos com a exibição de algo nesse blog, favor comunicar-me para que imediatamente seja retirada toda e qualquer música, imagem, vídeo, entre outros.
    Obrigado
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