Imagina só!

Caramba! O Idol ontem foi demais.

O meu preferido (assim como o de muitos), David Archuleta, emocinou a todos cantando a lendária “Imagine” do John Lennon. Que finalização!

Aí, fuçando no youtube, encontrei um vídeo dele com 13 anos, cantando a mesma música em um programa televisivo, dois anos antes de ter paralisia vocal. O timbre está completamente diferente. Será que ele ainda consegue fazer esses falsetes?

Além de tudo, lembrei-me da música que escrevi na 7ª série (eu tinha 12), é um pouco boba, mas eu gosto. Clique abaixo para lê-la

Continue lendo

Um grandioso obrigado!

Sim, é o que posso dizer. Fiquei muito satisfeito ao ler a crítica feita a uma das poesias menos minhas, digo isso, porque pareceu uma espécie de psicografia. Como Bourdiau diz, um artista não é por completo gênio, sua ação criadora está diretamente ligada ao seu campo, portanto, juntem um dia incomum, um grande amigo muito triste e uma viagem de ônibus em que as pessoas o olhem estranho por estar compondo algo – talvez se eu estivesse usando drogas no meio do ônibus ou dizendo quantas meninas eu peguei na última festa, elas se espantariam menos. Bem, tarde demais.

A crítica foi publica no Interativ.net, que é um site famoso daqui de Sergipe, o maior site da segunda maior cidade do estado e feita por Jonas Santos, mais conhecido como Urubu. Aproveitem:


Parece que Diogo Lemos não extrai da cena da poesia a vida; vive-a a cada cômodo do quarto descrito e, assim, não se sabe quem quer que seja ou se é o outro. A modernidade que adentra a gama dos novos jovens escritores é uma boa safra; fecha os olhos e sente devagar que os sentidos se espalham justamente onde a lacuna se preenche com o que há de mais abissal, o que há de mais neutro nas análises e nos olhares de uma juventude que escolhe o que quer e, mesmo em meio aos desafios da vida bruta, ensaia os primeiros passos e analisa o ser enquanto uma construção não só psicológica, mas também cultural. A poesia descompromissada enquanto a forma tem uma estrutura característica típica do desmembramento dos vocábulos, do deslocamento das idéias e a conjunção da realidade e o imaginário num espaço que é fatídico. Um tempo que não acompanha o que vai ficando para trás, mas sim acompanha a evolução das letras.

 Para ler a matéria completa, clique aqui 
Um grandiosíssimo obrigado.

Cântico da Mesa de Centro

.

Canto à mesa de centro
que é sempre tão triste e solitária
que sempre sempre ali está

é magnânima, é vigorosa
é humilde e caridosa
mais que isso, é prestativa

Nós a ornamentamos
e nem nos preocupamos em verificar
se de isso ela gosta
quando não, a enterramos de cinzas
e nem nos preocupamos com vossos pulmões
ou se ao menos é a favor das drogas

chegamos cansados
e somos bárbaros
jogamos-lhe as chaves do carro
e a carteira e os papéis e as revistas
e as contas e as sacolas e até restos de comida…
nós a pisamos!
e mesmo assim lá está ela, intacta e esmerosa

ela jaz lá
suportando quieta e amorosa
tão piedosa
e nunca refletimos que sem ela
só sobraria a televisão e o rádio em nossa sala
e a sala seria senão apenas um cômodo fútil, vazio…
e quanta falta faria aquela peça silenciosa

Diogo Rafael Lemos

________________

Simplesmente porque todos precisam de atenção.

  • Sobre Mim:

    Diogo Rafael Lemos é um estudante de Letras Português Inglês pela Universidade Federal de Sergipe e amante do mundo pop. Entre suas grandes fixações estão Ídolos, American Idol, Séries e Dido. Tem 20 anos, é meio carioca e meio baiano, e mora atualmente em Aracaju.
  • Caso artistas, gravadoras, filmadoras, redes de Tv etc. estejam desgostosos com a exibição de algo nesse blog, favor comunicar-me para que imediatamente seja retirada toda e qualquer música, imagem, vídeo, entre outros.
    Obrigado
  • Agenda

    • junho 2017
      S T Q Q S S D
      « out    
       1234
      567891011
      12131415161718
      19202122232425
      2627282930  
  • Pesquisar