Novo Ano Novo

Segue também os termos de busca mais estranhos com os meus comentários respectivos. Para quem não sabe, “termo de busca” são os vocábulos que as pessoas usam em sites de pesquisa, como o Google, e que por motivo ou outro acessam o meu blog:

roupas e penteados de emos para ir a uma festa  – heuheuehuehu sem comentários

fotos de David Boreanaz pelado – isso é blog de família!

sugestões para vestido da mãe da debut – que não seja transparente 

site de relacionamento dos metaleiros – existe isso? 

ano novo punk – cada um comemora de seu jeito

minha mãe não quer deixar eu ser emo – pede com jeitinho

emo psicografia – ISSO EXISTE? O.O

Continue lendo

Infelizmente, não haverá uma mensagem tão bela quanto a que eu fiz ano passado, peço perdão àqueles que necessitam de um conforto ou de uma reflexão para o Ano Novo. Por incrível que pareça esse ano foi maravilhoso para aquele que vos escreve (classificação no vestibular, um sobrinho lindo, e dentre as maravilhosas amizades, uma que se destacou de tamanha forma).

Ano passado, criei uma mania de fim de ano que gostaria de compartilhar com vocês: é a formulação de um Top10 de músicas que marcaram o seu ano, aí vai:

1- Nelly Furtado – Maneater
2- Jay Vaquer – Formidável Mundo Cão
3- Nelly Furtado feat. Di Ferrera – All good things (come to an end)/Por que o bom sempre tem um final?
4- Rihanna – Umbrella
5- Jay Vaquer – Longe Aqui
6- Jon Mclaughlin – Beautiful Disaster
7- Pink – Trouble
8- Anna Abreu – Are you ready?
9- Mika – Love today 
10 -Anna Abreu – Solta-se o beijo
Bonus Track: Snow Patrol – Open your eyes

Esqueci de Belinda, que vergonha! Mas onde eu coloco a “Luz sin gravedad”?

Natal, natal, natal…

É, Natal. Tempo bonito. Festa monótona. Poderia ser mais divertido. Fica aqui a minha sugestão para as próximas festas de Natal: montaríamos uma lan house e um campeonato de famílias, os avulsos (solteiros, visitas de fim de ano) seriam dissipados para as famílias menores. Abaixo dois joguinhos para vocês se divertirem, não precisa baixar, é só clicar e se divertir:

NOEL’S FREE STYLE                                    ELF ATTACK 

Veja a lista completa em 100grana.com

Noel, o bom velhinho, é um verdadeiro Macho de Respeito!

Ho ho ho pra vocês

Como você se expressa?

“Deixa eu falar filha da … (pi pi pi) expressão!”

Claro, você adora se expressar; falar e ser ouvido, escrever e ser lido, encenar e ser assistido. Todo discurso é feito para alguém, inda que esse alguém seja você mesmo. E não há sentimento mais puro do que a própria liberdade, “e o amor?”, alguns podem se perguntar, vos digo o que é o amor senão a liberdade de se deixar ser feliz.

Saiu uma matéria muito interessante no site do Skol Beats sobre o Tecktonik, que, grosso modo, é um estilo de dança que vem conquistando a Europa e que tem os dias contados para chegar ao Brasil, pois se o brasileiro não gasta muito de seu tempo lendo, debatendo, escrevendo ou participando de atividades enriquecedoras, o faz fuçando no lendário e indispensável Youtube: o oitavo pecado capital e um dos mais tentadores depois da gula.

A classificação de Tecktonik para a dança nonsense feita e negada por muitos veio em ótima hora. Mundo complicado? Agora você já tem a desculpa para as suas práticas diárias de tocar no talo a e-música (música eletrônica) no seu player portátil, no seu radinho de pilha ou no seu estéreo, de ficar pelado na frente do espelho e rodando a toalha; para você cuja filosofia de vida é “não use drogas, use  música“. Vivas ao Tecktonik!

Em volta da qual pretendo compromissar-me em assiduidade, deixo-lhes com o maravilhoso vídeo da francesinha Yelle e sua versão remix de “A Cause des Garçons”.
Lembrem-se “não se reprima, não se reprima”.
Bom tecktonik pra vocês e uma ótima semana.

Que tal comentar?

Emolização

EMOLIZAÇÃO

 

 Seja-lhe o termo estranho ou cansativamente conhecido, os emos estão ao seu redor. Como em todas as épocas, modas urbanas surgem em decorrência de um processo histórico-cultural. Outrora hippies, punks, metaleiros e até “boybanders” mantiveram-se por longo tempo, influenciando principalmente jovens desde manifestações artísticas a atos político-sociais.

Para os que ainda são leigos no tema, a palavra emo tem um histórico, do qual, embora a teoria de sua origem possa não ser de toda verídica, cabe-nos aqui mencionar. Crê-se que o processo que iniciou essa moda urbana foi senão a derivação musical do Hardcore: o Emotional Hardcore. Diferente do primeiro, o Emotional aderiu à “sonzeira pesada” (marca do Hardcore) guitarras mais leves, batidas mais lentas e um inconfundível lirismo. Com o tempo, o termo foi sintetizado à “Emocore” e o ritmo uniu-se a vários outros, principalmente ao punk e ao indie. Não se sabe exatamente como o vocábulo “emo” surgiu. Fora a teoria da abreviação de emocore para emo, diz-se que um fã em um show gritou “you’re emo” (você é emo) — inda que muito improvável, não descartemos a hipótese.

A grande probabilidade de este estilo musical ter vingado deve-se ao seu sentimentalismo exacerbado. Suas letras pessimistas, por vezes, extremamente depressivas, ao mesmo tempo refletem e agradam a geração de jovens hodierna: perdida no capitalismo, na globalização e na desestruturação familiar. Por esses motivos, acreditamos que seja reducionismo pensar que os emos sejam apenas pessoas sensíveis que possuem adoração por choro e suicídio — fatores que pensam serem motivos para dúvida de sexualidade — uma vez que são na verdade, em grande maioria, jovens confusos, sem personalidade que sofrem de depressão e têm tendência à bipolaridade. Com tantos traumas psicológicos não é difícil entender porque letras como “desculpe, eu não posso ser perfeito” e “eu só quero viver, não vou escutar o que as pessoas comentarão” tenham feito tanto sucesso.

A mídia fonográfica interessou-se pela grande estratégia de marketing (a emolização) que Lou Pearlman jamais descobrira ou a filosofia de vida que John Lennon e Yoko Ono não seguiram, fazendo disto (ou ainda mais) um objeto de vendas capaz de fazer com que milhares de jovens substituíssem seus ídolos coloridos do pop por franjas sobre os olhos, meias coloridas, pó branco, lápis de olho preto e, claro, suspensórios.

Um fato importante de ser ressaltado é o preconceito contra emos que acontece. Enquanto a humanidade grita aos quatro cantos como evoluiu e se desprendeu de valores antigos, tudo no mundo parece ser emo vs. anti-emo, ou você é ou não é, ou 8 ou 80, ou você escuta ou você odeia. O curioso é que esse tipo de perseguição contra correntes já se repetira várias vezes e que os perseguidores atuais (roqueiros, punks, “poppers” e até pagodeiros) já sofreram o mesmo. Paira no ar a dúvida de quando que a humanidade aceitará o novo sem discriminá-lo.

Sem a intenção de provocar esteriótipos, seguem aqui classificações de correntes emoísticas de teor apenas descritivo:

  • Emoidade: processo pelo qual púberes em conflitos psicológicos recorrem à moda com finalidade de tentarem ser compreendidos em letras melódicas. Ligam muito mais para a música, letras e ideologia do que para a aparência exótica.
  • Emodismo: conhecidos também como “emos-de-shopping”, esses são os mais odiados. São os causadores do esteriótipo emoístico. Adotam as roupas negras e penteados extravagantes, além de uma característica bastante peculiar: passam mais tempo em shopping centers do que em qualquer outro ambiente, embora não comprem, não trabalhem e nem se relacionem lá. São acusados de fakers (falsários). Mesmo os não-emos vêem que o problema não é ser emo em si, mas querer parecer/ser um a todo custo.
  • Anti-emoísmo: combatedores da moda urbana, não aceitam quaisquer explicações sobre seus alvos, apenas os perseguem em sites de relacionamento, bem como utilizam camisas, entre outros acessórios, que incitam a violência contra os emos.

 

 

Diogo Rafael Lemos

Estudante de Letras Português Inglês da Universidade Federal de Sergipe

Texto publicado no Jornal do Campus da UFS – Prof. Alberto Carvalho

Às vezes eu quero lasanha

Às vezes eu quero lasanha porque eu sinto fome. Sinto muita fome. Eu como arroz e feijão e basta, a fome passa. Então eu continuo comendo… e fico faminto de novo, é impossível não ficar. Por mais arroz e feijão que eu coma, a fome sempre voltará. Eu como e como, é todo santo dia! Mas… às vezes eu quero lasanha. É meu direito querer. Desejo uma com bastante molho e recheio. Que sonho aquele monte de tempero. E… às vezes eu quero lasanha =/

Insosso 

Ah! Mais que lixo de comida estou eu a comer
Que gosto ruim de repente minha boca tomou
Dêem-me sal ou pimenta.
Quem sabe chocolate e menta
Algum ser faça-me este favor!

Como condimentei mal!
Há tempos não era assim.
Será que tão distraído estou afinal?
A ponto de não reparar tão fuleragem enfim…

Pois quem dera-me distraído ainda mais estar
Quem dera-me até mesmo esta comida eu queimar
Talvez assim pudesse comê-la
Nem que as cinzas não me fizessem o bem
Mas engoli-las-ia e vomitá-las-ia também

Ora, mas deixa lá!
Comprando um caderno de culinária estou já
Logo logo escolhi as receitas:
Sal para o dia-a-dia;
Pimenta para as sextas
e os de vez em quandos;
na rotina, apenas um pouco de açúcar para não enjoar.

Não me importa que eu seja mau no fogão
Que saia errado ou ruim
Jogo tudo em frente
e no final vamos ver
Entretanto, comida como aquela,
Sem gosto como estava,
Eu nunca mais hei de comer!

(Diogo Rafael Lemos)

 Você também quer lasanha?

Um pequeno imprevisto

“Eu quis prever o futuro, consertar o passado.
Calculando os riscos bem devagar.
Ponderado. Perfeitamente equilibrado.
Até que um dia qualquer, eu vi que alguma coisa mudara.
Trocaram os nomes das ruas e as pessoas tinham outras caras
No céu havia noves luas e nunca mais eu encontrei minha casa”
(Hebert Vianna/Luiza Possi)

É tanta coisa pra pensar, tanta coisa pra sentir.
Tanta coisa pra permanecer e tanta coisa pra mudar.
18 aninhos de vida e sem mais gente pra poder matar.
Agora não são só 3 anos pra na cadeia eu estar.

Nada mais de ser perfeito, vou só seguir o compasso
e quando puder o meu par tentarei rodar
sem que do ritmo da musica eu fora acabe por ficar.

É tudo tão dificil, tudo tão fácil
Tudo tão longe e tudo tão perto.
Mas que um dia enfim descolorirá.

Infeliz ou felizmente ganhei a idade, depende de mim aproveitar.
“Por que se Deus for um DJ,
a vida é uma pista de dança; o amor, um ritmo.
Eu tenho o que me é dado e cabe à mim como usá-lo”.

_________

Prometo solenemente não fazer nada de bom! ^^

  • Sobre Mim:

    Diogo Rafael Lemos é um estudante de Letras Português Inglês pela Universidade Federal de Sergipe e amante do mundo pop. Entre suas grandes fixações estão Ídolos, American Idol, Séries e Dido. Tem 20 anos, é meio carioca e meio baiano, e mora atualmente em Aracaju.
  • Caso artistas, gravadoras, filmadoras, redes de Tv etc. estejam desgostosos com a exibição de algo nesse blog, favor comunicar-me para que imediatamente seja retirada toda e qualquer música, imagem, vídeo, entre outros.
    Obrigado
  • Agenda

    • agosto 2017
      S T Q Q S S D
      « out    
       123456
      78910111213
      14151617181920
      21222324252627
      28293031  
  • Pesquisar