“Equivocada” é o novo single da Thalia!

A musa latina da cintura mais invejada e cobiçada do mundo tá com música nova e o título é “Equivocada”. Um verdadeiro frisson (palavrinha da vovó) tava acontecendo desde que foi lançado um preview oficial com apenas 30 segundos e foi largamente espalhado pelo YouTube.

A canção faz parte do CD e DVD Primera Fila, gravado ao vivo em Miami, que será lançado em novembro desse ano, provavelmente no dia 17, pela Sony Music e é uma balada muito bonita que conta com a voz suave e típica de Thalia.

Baixe o áudio aqui.

Confira a letra e a tradução aqui.

Sugestão: [Série] Charmed

Entrada

Para quem é fã de ficções, extra-terrestres, mutantes ou, em especial, magia vai adorar esta série. Charmed é um programa de tv americano que conta a história de três irmãs (Piper, Phoebe e Prue) que descobrem que são bruxas e passam a ser perseguidas por Warlocks (bruxos que se tornam maus), Demônios, Anjos Negros e, às vezes, até políciais. Elas passam não só pelo problema de terem de se defender de ataques do Mal e salvar inocentes, como também lidar com o segredo da magia para que isso não afete suas vidas pessoais; felizmente elas contam com um anjo da guarda chamado Leo.

A série passou por altos e baixos durante suas 8 temporadas e ficou conhecida como a série de maior longevidade com personagens principais femininas. Mesmo com tantos problemas no set de filmagens, Charmed conseguiu superar a conturbada saída da atriz Shannen Doherty, a estrela de Barrados no Baile. Em seu lugar, entrou Rose McGowan, tirando a série de toda a sua obscuridade e dando-lhe mais diversão, o que afastou muitos dos fãs e trouxe outros vários. É fato que as quatro primeira temporadas foram as mais apreciadas, mas mesmo com a troca de roteirista, Charmed seguiu firme e forte até uma oitava temporada e um excelente capítulo final. Charmed já foi exibido dublado pela Rede Bandeirantes com o título de Jovens Bruxas e atualmente passa aos sábados, 11hs, no canal fechado Sony. Quem quiser dar uma olhada na série, vêm abaixo os links para o primeiro capítulo legendado, “Something Wicca This Way Comes” (Algo Wicca vem vindo aí).

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Hora da Lambada?! Hã?

É, já deu para entender que a novelinha série de mais destaque nos últimos tempos Ugly Betty adora o Brasil, principalmente o Rio de Janeiro. E deu para entender também que finalmente o Brasil está se consolidando como um país da moda, no entando o status de pseudoparaíso é o que ainda chama atenção dos estrangeiros.

ugly-betty.jpg

No último episódio exibido pela Sony Entertainment Television no Brasil, Quarta-Feira, 12, Daniel Meade, o herdeiro garanhão e Diretor de Edição da revista Mode, deveria estar no Rio de Janeiro se recuperando de um toco amoroso, segundo um programa de fofocas. Betty (Suárez) encontra o chefe em seu apartamente que estava (no mínimo) uma bagunça. Depois de susto para cá, susto para lá e conversas. Betty diz que achava que ele estava no Rio já que mandava postais a ela dizendo que o clima estava ótimo e que tinha de ir porque era a “Lambada Time” (Hora da Lambada). E eu fiquei pensando “Hora da Lambada? Lambada?!”.

 Algumas pessoas reclamam e mandam eu estudar a Tropicália e todos os movimentos musicais brasileiros do passado para dar mais valor. Mas eu não consigo aceitar essa coisa de o Brasil continuar exportando essa imagem jurássica de que nós só escutamos Bossa Nova, Samba-raiz e Lambada! Poxa, adoro Lambada, acho um ritmo muito interessante. Mas não toca mais tanto assim. O Brasil nunca vai andar para frente, não? E dentre tantos artistas bons que temos aqui, todo músico internacional que vem fazer show em terras tupiniquins, quando perguntado se conhece música brasileira sempre responde a mesma coisa: “Gilberto Gil”, “Caetano Veloso”, “Jorge Ben” ou “João Gilberto”. Cansei de Ser Sexy ou CSS e também o Bonde do Role tem feito significativo sucesso lá fora e com exceção da Mtv ninguém fala nisso.

Hora da Lambada? As crianças nem devem saber o que é isso. A lambada mais tocada é a versão de “Chorando se foi” que a Ivete Sangalo fez e nada mais. Nem o melodicbrega que é uma mistura de música eletrônica com lambada teve ascensão ainda. Então, Betty da próxima vez usa “Samba Time”, “Forró Time”, “Funk Time”, ou melhor, “Axé Time”. Mesmo detestando toda essa bagunça por conta desta música, até um “Créu Time” eu aceitaria melhor.

Grammy em seu 50º ano

grammy.jpg 

Não é minha premiação preferida, mas ainda vai bem melhor que o Oscar. O Grammy, considerado a maior premiação de música, chegou ontem ao seu qüinquagésimo ano e parece ter retornado com força. Praticamente todas as prêmiações tem perdido o seu brilho, diga-se de passagem o Oscar que está muito mal assistido. Todavia, o Grammy comemorou o seu aniversário com muito brilho e humor.

Diferentemente do Video Music Awards, realizado pela MTv Americana, o Grammy não teve piadas facéis com um Chris Rock da vida, satirizando os artistas, porém havia uma certa alegria no ar.

O que eu adoro nessa premiação é a tentativa de misturar o atual da música com o consagrado ou o deixado no passado. Adorei terem convidado aquela (agora) senhora que foi premiada na primeiríssima edição; Alicia Keys com Frank Sinatra (no telão); Tina Turner e Beyoncé.

Show o tempo inteiro de fato deixa o Grammy bem dinâmico! O Oscar precisa se espelhar urgentemente. Que tal umas interpretações ao vivo lá? Uns monólogos seriam muito interessantes. Dou destaque para as apresentações de Carrie Underwood com “Before He Cheats” e de Alicia Keys, “No one”, apresentada pelo 25 vezes ganhador de Grammy Stevie Wonder, que ainda deu uma palhinha da música da moça.

A maior ganhadora foi a participante da Rifa da Morte, Amy Winehouse, que teve de fazer sua apresentação via satélite, graças ao seu Visto negado sabe-se lá por quê. Veja os ganhadores dos prêmios mais importantes:

Gravação do ano: “Rehab” – Amy Winehouse
Álbum do ano: “River: The Joni Letters” – Herbie Hancock
Canção do ano (compositores): “Rehab” – Amy Winehouse, compositora Amy Winehouse
Artista revelação: Amy Winehouse
Melhor álbum de world music: “Djin Djin” – Angelique Kidjo
Melhor álbum pop: “Back to Black” – Amy Winehouse
Melhor álbum de rock: “Echoes, Silence, Patience & Grace” – Foo Fighters
Melhor interpretação vocal feminina pop: “Rehab” – Amy Winehouse
Melhor interpretação vocal masculina pop: “What Goes Around … Comes Around” – Justin Timberlake
Melhor interpretação solo de rock: “Radio Nowhere” – Bruce Springsteen
Melhor álbum de r&b: “Funk This” – Chaka Khan
Melhor interpretação vocal feminina de r&b: “No One” – Alicia Keys
Melhor álbum de rap: “Graduation” – Kanye West

Para ver todas, acesse o site do Grammy

  • Sobre Mim:

    Diogo Rafael Lemos é um estudante de Letras Português Inglês pela Universidade Federal de Sergipe e amante do mundo pop. Entre suas grandes fixações estão Ídolos, American Idol, Séries e Dido. Tem 20 anos, é meio carioca e meio baiano, e mora atualmente em Aracaju.
  • Caso artistas, gravadoras, filmadoras, redes de Tv etc. estejam desgostosos com a exibição de algo nesse blog, favor comunicar-me para que imediatamente seja retirada toda e qualquer música, imagem, vídeo, entre outros.
    Obrigado
  • Agenda

    • junho 2017
      S T Q Q S S D
      « out    
       1234
      567891011
      12131415161718
      19202122232425
      2627282930  
  • Pesquisar